- Os líderes polacos são contra a criação da figura do Ministro dos Negócios Estrangeiros da UE, dizendo que a política externa da UE é já uma realidade, mas influenciada e guiada por ?dois ou três Estados?. Este novo elemento não iria alterar esta situação e iria restringir ainda mais a acção dos Estados mais pequenos no que diz respeito a estas matérias. Todavia ? e numa aparente contradição ? o presidente polaco considera que a UE deve assumir um papel mais energético na defesa dos seus interesses à escala internacional, devendo, consequentemente, possuir os meios indicados para o fazer. Assim, a UE deve possuir um exército, que permita o envio de tropas para locais de conflito ou áreas mais sensíveis.
- Adopção de um novo sistema de voto no Conselho (rejeição do sistema de dupla maioria), baseado no sistema previsto no Tratado de Nice ou no sistema Penrose (número de votos resulta da raiz quadrada do número de habitantes por Estado membro). Ameaça bloquear negociações se restantes membros recusarem reabrir a questão.
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