- Referendo foi adiado na sequência das rejeições francesa e holandesa, de realçar que este país já efectuou seis referendos sobre assuntos europeus e que, em dois deles, o não venceu (ratificação do Tratado de Maastricht, em 1992, e adesão ao euro, em 2000);
- O primeiro-ministro, Anders Fogh Rasmussen, defende a revisão do actual Tratado de forma a tornar o processo decisório mais eficiente. O aparecimento de um documento mais pequeno pode evitar desacordos entre quem está a favor e quem está contra o Tratado, evitando-se, assim, um extremar de posições que levaria ao colapso do processo constitucional.
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